Como trabalhamos: o que fazemos, o que recusamos e o que você recebe
A decisão de contratar marketing trava quase sempre nas mesmas três perguntas — qual é o escopo de verdade, como começa e o que chega na sua mesa todo mês. Esta página responde as três antes da reunião, com os mesmos números e critérios que usamos dentro dos projetos.
A recusa dita antes vale mais que a promessa dita depois
Todo site de agência lista o que a agência faz. A lista é sempre parecida e por isso não ajuda ninguém a decidir. O que separa um fornecedor de um parceiro é o que ele se recusa a fazer — e principalmente se ele diz isso antes de assinar ou depois, quando já virou problema seu.
O que vem abaixo não é postura de marketing. São regras que já valem nos contratos que estão rodando, e que custam negócio de vez em quando.
Não vendemos projeto que não fecha a conta
O diagnóstico mostra quanta demanda você gera hoje, quantas oportunidades o time consegue atender e quanto a estrutura precisa converter para se pagar. Se o volume não sustenta a operação, falamos isso — em vez de vender o projeto mesmo assim e descobrir no sexto mês.
Não contratamos pessoas pela sua empresa
Desenhamos a estrutura, definimos o perfil, participamos da seleção se você quiser, treinamos quem entrar e acompanhamos a performance. A relação trabalhista é sua. A responsabilidade pelo número é dividida.
Não ficamos com suas contas, seus dados nem suas licenças
Conta de anúncio, CRM, domínio, base e licença ficam no nome da sua empresa, contratados direto com o fabricante. Se a parceria terminar, nada sai com a gente. Agência que é dona do seu ativo não é parceira, é refém-tomador.
Não vendemos treinamento solto
Treinamento sem processo definido, sem CRM configurado e sem indicador medindo tem meia-vida de poucas semanas: o time volta ao comportamento antigo. Treinar entra como fase da implantação, nunca como produto isolado.
Não trabalhamos com tabela fechada
O custo varia com o tamanho do time, a complexidade do funil e quantos sistemas precisam conversar. Pacote de prateleira é confortável de vender e quase sempre é o escopo errado para alguém. O escopo sai do diagnóstico.
Não prometemos resultado antes do seu ciclo de venda
Se hoje leva oito meses do primeiro contato ao pedido, o digital não encurta isso por mágica — aumenta o volume e a qualidade do que entra no funil. Quem promete resultado em 30 dias num ciclo de 90 está vendendo expectativa.
Quatro situações em que a resposta honesta é "não é com a gente"
A Mkteúdo opera como time de marketing dedicado de empresas B2B que vendem por time comercial — indústria, canal de distribuição, venda consultiva e agronegócio. Isso define bem quem atendemos, e define igualmente bem quem não.
Venda direta ao consumidor, no balcão, sem funil. Se o ciclo é de minutos e não existe time comercial recebendo lead, o que faz diferença no seu negócio é outra coisa — e não é a estrutura que montamos.
Quem procura volume de post como produto final. Produzimos conteúdo e operamos redes, mas como parte de um funil que termina em oportunidade qualificada. Contratar a Mkteúdo para fazer calendário de publicação é pagar caro por um serviço que muita gente entrega mais barato.
Quem ainda não tem verba nem quem execute. O critério não é tamanho, é se a empresa já investe e tem alguém tocando. Sem os dois, o caminho costuma ser um projeto pontual antes de qualquer relação contínua.
Quem precisa de resultado antes do próprio ciclo de venda. Se a pressão interna exige número em 60 dias num ciclo de 120, o projeto nasce condenado a ser julgado por uma régua que ele não tem como alcançar.
Nos quatro casos, dizemos isso no diagnóstico. É mais barato perder a venda ali do que perder o cliente no sexto mês.
Antes de subir campanha, a casa precisa medir
A tentação em todo começo de projeto é subir anúncio na primeira semana, porque é o que parece movimento. Quase sempre é o que queima verba: sem rastreamento configurado e sem CRM organizado, ninguém consegue dizer depois o que funcionou. Nos Panoramas de Marketing e Vendas 2026 da RD Station, 62% das empresas não acompanham as taxas de conversão do funil — e esse é o cenário que encontramos na maioria das entradas.
Semanas 1 e 2 — Instrumentar e ler
Acessos, auditoria das ferramentas que já existem, rastreamento corrigido, histórico do CRM levantado. Se a empresa não tem medição configurada, parte do prazo é usada para instrumentar antes de ler qualquer coisa.
Semanas 2 a 4 — Diagnóstico fechado
Taxa de conversão entre cada etapa do funil, ciclo médio, ticket, cobertura de meta e capacidade de atendimento do time. O gargalo sai nomeado e quantificado — lead→MQL, MQL→SQL ou SQL→venda. Quando o dado histórico não existe, a conversão é reconstruída por amostragem e entrevista, e o relatório diz abertamente que foi assim.
Semanas 4 a 8 — Implementar
Processo comercial com etapas definidas por evidência, CRM configurado e em uso, critério de qualificação acordado com vendas e SLA de passagem do lead. É a fase Integrar do Método PICC, e é a que faz o resto parar de depender de boa vontade.
Em paralelo — Gerar demanda
A geração de demanda não espera a estruturação terminar: começa junto, em escala pequena, justamente para alimentar o diagnóstico com dado novo. Escala depois que a medição confirma onde o investimento paga.
A partir do terceiro mês, a rotina mensal se estabelece. Resultado comercial consistente costuma aparecer entre o terceiro e o sexto mês — e no agronegócio, amarrado à janela da safra: se a implantação termina fora da janela, o número aparece no ciclo seguinte. Isso entra no planejamento desde o diagnóstico, para a expectativa não ser desenhada errada.
O que chega na sua mesa, e o que nunca vai chegar como prova de resultado
A pergunta que mais separa agência de parceiro numa reunião inicial é simples: o que exatamente você me apresenta no fim do mês? Se a resposta começa por alcance e engajamento, o resto da conversa é decoração.
| O que entra no fechamento | Para responder o quê |
|---|---|
| Conversão por etapa do funil — lead → MQL → SQL → venda | Onde o funil perde dinheiro este mês, e se mudou em relação ao mês passado |
| Custo por lead qualificado e custo de aquisição | Se o investimento está ficando mais caro ou mais barato por oportunidade real |
| Oportunidades geradas e o que o comercial fez com cada uma | Se o gargalo está na geração ou no atendimento — a conta que mais gera discussão interna |
| O que foi testado no mês e o que o teste disse | O que para de ser feito e o que passa a ser feito, com motivo |
| O que muda no mês seguinte e por quê | A decisão, não só o retrato |
O que não entra como prova de retorno: alcance, impressão, curtida e seguidor. Esses números têm uso — leem a saúde de um canal e ajudam a decidir criativo — mas não são evidência de que o investimento virou receita, e tratá-los como evidência é a forma mais comum de um contrato durar doze meses sem ninguém conseguir dizer se valeu.
A frequência de reunião e a profundidade do relatório são definidas na fase Planejar, porque não faz sentido entregar o mesmo pacote para uma operação com cinco oportunidades por mês e outra com quinhentas.
O que costumam perguntar antes de fechar
Leu até aqui e quer ver como isso se aplica à sua operação?
O diagnóstico mostra a sua conversão por etapa, a capacidade do time e o ponto exato onde o funil perde dinheiro — e diz com franqueza se a conta fecha.
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