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Transparência

Como trabalhamos: o que fazemos, o que recusamos e o que você recebe

A decisão de contratar marketing trava quase sempre nas mesmas três perguntas — qual é o escopo de verdade, como começa e o que chega na sua mesa todo mês. Esta página responde as três antes da reunião, com os mesmos números e critérios que usamos dentro dos projetos.

2 a 4
Semanas até o diagnóstico fechado
30 a 60
Dias de estruturação antes de escalar
3º ao 6º
Mês do resultado comercial consistente
100%
Das contas e dados no seu nome
O que não fazemos

A recusa dita antes vale mais que a promessa dita depois

Todo site de agência lista o que a agência faz. A lista é sempre parecida e por isso não ajuda ninguém a decidir. O que separa um fornecedor de um parceiro é o que ele se recusa a fazer — e principalmente se ele diz isso antes de assinar ou depois, quando já virou problema seu.

O que vem abaixo não é postura de marketing. São regras que já valem nos contratos que estão rodando, e que custam negócio de vez em quando.

Não vendemos projeto que não fecha a conta

O diagnóstico mostra quanta demanda você gera hoje, quantas oportunidades o time consegue atender e quanto a estrutura precisa converter para se pagar. Se o volume não sustenta a operação, falamos isso — em vez de vender o projeto mesmo assim e descobrir no sexto mês.

Não contratamos pessoas pela sua empresa

Desenhamos a estrutura, definimos o perfil, participamos da seleção se você quiser, treinamos quem entrar e acompanhamos a performance. A relação trabalhista é sua. A responsabilidade pelo número é dividida.

Não ficamos com suas contas, seus dados nem suas licenças

Conta de anúncio, CRM, domínio, base e licença ficam no nome da sua empresa, contratados direto com o fabricante. Se a parceria terminar, nada sai com a gente. Agência que é dona do seu ativo não é parceira, é refém-tomador.

Não vendemos treinamento solto

Treinamento sem processo definido, sem CRM configurado e sem indicador medindo tem meia-vida de poucas semanas: o time volta ao comportamento antigo. Treinar entra como fase da implantação, nunca como produto isolado.

Não trabalhamos com tabela fechada

O custo varia com o tamanho do time, a complexidade do funil e quantos sistemas precisam conversar. Pacote de prateleira é confortável de vender e quase sempre é o escopo errado para alguém. O escopo sai do diagnóstico.

Não prometemos resultado antes do seu ciclo de venda

Se hoje leva oito meses do primeiro contato ao pedido, o digital não encurta isso por mágica — aumenta o volume e a qualidade do que entra no funil. Quem promete resultado em 30 dias num ciclo de 90 está vendendo expectativa.

Para quem não servimos

Quatro situações em que a resposta honesta é "não é com a gente"

A Mkteúdo opera como time de marketing dedicado de empresas B2B que vendem por time comercial — indústria, canal de distribuição, venda consultiva e agronegócio. Isso define bem quem atendemos, e define igualmente bem quem não.

Venda direta ao consumidor, no balcão, sem funil. Se o ciclo é de minutos e não existe time comercial recebendo lead, o que faz diferença no seu negócio é outra coisa — e não é a estrutura que montamos.

Quem procura volume de post como produto final. Produzimos conteúdo e operamos redes, mas como parte de um funil que termina em oportunidade qualificada. Contratar a Mkteúdo para fazer calendário de publicação é pagar caro por um serviço que muita gente entrega mais barato.

Quem ainda não tem verba nem quem execute. O critério não é tamanho, é se a empresa já investe e tem alguém tocando. Sem os dois, o caminho costuma ser um projeto pontual antes de qualquer relação contínua.

Quem precisa de resultado antes do próprio ciclo de venda. Se a pressão interna exige número em 60 dias num ciclo de 120, o projeto nasce condenado a ser julgado por uma régua que ele não tem como alcançar.

Nos quatro casos, dizemos isso no diagnóstico. É mais barato perder a venda ali do que perder o cliente no sexto mês.

Os primeiros 60 dias

Antes de subir campanha, a casa precisa medir

A tentação em todo começo de projeto é subir anúncio na primeira semana, porque é o que parece movimento. Quase sempre é o que queima verba: sem rastreamento configurado e sem CRM organizado, ninguém consegue dizer depois o que funcionou. Nos Panoramas de Marketing e Vendas 2026 da RD Station, 62% das empresas não acompanham as taxas de conversão do funil — e esse é o cenário que encontramos na maioria das entradas.

Semanas 1 e 2 — Instrumentar e ler

Acessos, auditoria das ferramentas que já existem, rastreamento corrigido, histórico do CRM levantado. Se a empresa não tem medição configurada, parte do prazo é usada para instrumentar antes de ler qualquer coisa.

Semanas 2 a 4 — Diagnóstico fechado

Taxa de conversão entre cada etapa do funil, ciclo médio, ticket, cobertura de meta e capacidade de atendimento do time. O gargalo sai nomeado e quantificado — lead→MQL, MQL→SQL ou SQL→venda. Quando o dado histórico não existe, a conversão é reconstruída por amostragem e entrevista, e o relatório diz abertamente que foi assim.

Semanas 4 a 8 — Implementar

Processo comercial com etapas definidas por evidência, CRM configurado e em uso, critério de qualificação acordado com vendas e SLA de passagem do lead. É a fase Integrar do Método PICC, e é a que faz o resto parar de depender de boa vontade.

Em paralelo — Gerar demanda

A geração de demanda não espera a estruturação terminar: começa junto, em escala pequena, justamente para alimentar o diagnóstico com dado novo. Escala depois que a medição confirma onde o investimento paga.

A partir do terceiro mês, a rotina mensal se estabelece. Resultado comercial consistente costuma aparecer entre o terceiro e o sexto mês — e no agronegócio, amarrado à janela da safra: se a implantação termina fora da janela, o número aparece no ciclo seguinte. Isso entra no planejamento desde o diagnóstico, para a expectativa não ser desenhada errada.

O fechamento do mês

O que chega na sua mesa, e o que nunca vai chegar como prova de resultado

A pergunta que mais separa agência de parceiro numa reunião inicial é simples: o que exatamente você me apresenta no fim do mês? Se a resposta começa por alcance e engajamento, o resto da conversa é decoração.

O que entra no fechamentoPara responder o quê
Conversão por etapa do funil — lead → MQL → SQL → vendaOnde o funil perde dinheiro este mês, e se mudou em relação ao mês passado
Custo por lead qualificado e custo de aquisiçãoSe o investimento está ficando mais caro ou mais barato por oportunidade real
Oportunidades geradas e o que o comercial fez com cada umaSe o gargalo está na geração ou no atendimento — a conta que mais gera discussão interna
O que foi testado no mês e o que o teste disseO que para de ser feito e o que passa a ser feito, com motivo
O que muda no mês seguinte e por quêA decisão, não só o retrato

O que não entra como prova de retorno: alcance, impressão, curtida e seguidor. Esses números têm uso — leem a saúde de um canal e ajudam a decidir criativo — mas não são evidência de que o investimento virou receita, e tratá-los como evidência é a forma mais comum de um contrato durar doze meses sem ninguém conseguir dizer se valeu.

A frequência de reunião e a profundidade do relatório são definidas na fase Planejar, porque não faz sentido entregar o mesmo pacote para uma operação com cinco oportunidades por mês e outra com quinhentas.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar antes de fechar

Não trabalhamos com tabela fechada, porque o custo varia com o tamanho do time comercial, a complexidade do funil e quantos sistemas precisam conversar entre si. O que dá para dizer antes de qualquer proposta é se a conta fecha: o diagnóstico mostra quanta demanda você gera hoje, quanto o time consegue atender e quanto a estrutura precisa converter para se pagar. Se não fechar, falamos isso.
Direção de marketing é trabalho contínuo, então a relação é pensada como contínua — mas o primeiro ciclo, de diagnóstico e estruturação, leva de dois a três meses e é a partir dele que a rotina mensal se estabelece. O desenho de escopo e prazo sai da fase Planejar do Método PICC. Nenhum projeto sai de uma prateleira.
Não necessariamente. Em boa parte dos clientes operamos junto com quem já está lá, assumindo as competências que faltam em vez de duplicar as que existem. Em empresas sem estrutura montada, assumimos a operação por inteiro. O desenho sai do diagnóstico e costuma evoluir conforme a relação amadurece.
Sempre da sua empresa. Contas de anúncio, CRM, domínio e base ficam no seu nome, e a licença das ferramentas é contratada direto com o fabricante. Se a parceria terminar, nada sai com a gente — e isso vale inclusive para as automações e os painéis construídos durante o projeto.
É a pergunta certa, e a resposta começa antes do problema: o critério de qualificação é acordado com o time de vendas na fase Integrar, não definido pelo marketing sozinho. Quando o lead não fecha, o feedback de vendas volta para a campanha — qual origem, qual segmento, qual etapa travou — e o critério é apertado. É um ciclo de ajuste mensal, não uma discussão de quem tem razão.

Leu até aqui e quer ver como isso se aplica à sua operação?

O diagnóstico mostra a sua conversão por etapa, a capacidade do time e o ponto exato onde o funil perde dinheiro — e diz com franqueza se a conta fecha.

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